(Retirado do Livro "Ora bolas - O humor de Mário Quintana")
quinta-feira, 21 de junho de 2012
CHATOS METAFÍSICOS
A conversa continua e a moça apoiada nos tantos poemas de Quintana sobre a morte, insiste em interrogá-lo sobre essas questões de céu, infinito, eternidade.
Ele aproveita:
-Acho que o céu deve ser muito chato porque lá tem chatos de todos os séculos. Talvez seja melhor aqui, pois aqui a gente só aguenta os chatos da geração da gente.
(Retirado do Livro "Ora bolas - O humor de Mário Quintana")
(Retirado do Livro "Ora bolas - O humor de Mário Quintana")
Vales
Na época em que trabalhava na Editora Globo ele andava sempre duro. Como o salário terminava antes do fim do mês, vivia pedindo vales de adiantamento. Até que um dia o caixa chiou:
-Mas seu Mário, o senhor já tem um monte de vales!
Quis saber com aquele sorriso maroto:
-Afinal, são vales ou são montes?
(Retirado do Livro "Ora bolas - O humor de Mário Quintana"):
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Carmen (Cia Antonio Gades)
Trecho do espetáculo que partiu do filme: "Carmen" de Carlos Saura, com a música "L'amour est un oiseau rabelle"...
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Il faut parler l'autre langue!
quarta-feira, 13 de julho de 2011
A primeira temporada
Esse é um subtítulo do livro "Minha vida na arte" de Konstantin Stanislavski e não um relato meu sobre minha primeira temporada teatral que foi do dia 04 a 10 de julho de 2011, com o espetáculo "A viagem de Thespis' na escola de Belas Artes da UFMG.
Mas apostando na coincidência vou postar um trecho do texto de Stanislavski sobre sua primeira temporada:
"Não há saída desse círculo vicioso da auto-ilusão. O ator se enreda e se deixa tragar no lodo da lisonja e dos elogios. Vence sempre aquilo que é mais agradável, em que mais se quer crer. Vence o cumprimento de fãs encantadoras e não a verdade amarga do especialista.
Atores jovens! Temam as suas fãs! Cortejem-na se for o caso mas não falem de arte com elas! Aprendam a tempo, desde os primeiros passos, a ouvir, entender e amar a verdade cruel sobre vocês! E conheçam aqueles que o ajudarão a dizê-la. Com essas pessoas vocês precisam falar mais de arte. Deixe que elas os censurem com mais frequência!"
Mas apostando na coincidência vou postar um trecho do texto de Stanislavski sobre sua primeira temporada:
"Não há saída desse círculo vicioso da auto-ilusão. O ator se enreda e se deixa tragar no lodo da lisonja e dos elogios. Vence sempre aquilo que é mais agradável, em que mais se quer crer. Vence o cumprimento de fãs encantadoras e não a verdade amarga do especialista.
Atores jovens! Temam as suas fãs! Cortejem-na se for o caso mas não falem de arte com elas! Aprendam a tempo, desde os primeiros passos, a ouvir, entender e amar a verdade cruel sobre vocês! E conheçam aqueles que o ajudarão a dizê-la. Com essas pessoas vocês precisam falar mais de arte. Deixe que elas os censurem com mais frequência!"
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